Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
Bloco

O Bloco de Esquerda é um caso raro da política portuguesa. É o único partido que, depois de 10 anos de vida, ainda vive num estado de graça permanente. Não há orgão de comunicação que não reconheça mérito a Louçã (e tem), nem jornalista que não se deixe seduzir pela imagem e mensagem moralista do Bloco. Com a crise em curso, o partido de Fazenda, Portas e Companhia arrisca-se, sozinho ou acompanhado, a ter um resultado histórico nas próximas legislativas.

 

Nota: Joana Amaral Dias foi afastada porque apoiou Soares. Ponto. O que noutros partidos seria visto como um desrespeito por opiniões contrárias, no Bloco é encarado como uma decisão política. Será um espécie de pluralismo trotskista?

 


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publicado por Ricardo Cataluna às 07:03
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2 comentários:
De zig a 12 de Fevereiro de 2009 às 00:11
Continuo a dizer o mesmo sobre o BE o que digo há anos: Certamente que ninguém (já) lê o manifesto desse partido...


De Ricardo Cataluna a 12 de Fevereiro de 2009 às 14:23
Zig, será o Bloco uma questão política ou de moda?


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