4 comentários:
De Alexandre Kulcinskaia a 27 de Março de 2009 às 16:35
Um dos poucos benfiquistas que conseguia fazer encolher os comentadores portistas que de tão cheios quase que rebentam.
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http://kulcinskaia.blogs.sapo.pt/


De Ricardo Cataluna a 27 de Março de 2009 às 16:41
Lembro-me das pegas dele com o Manuel Serrão. Até fervia...


De Dylan a 30 de Março de 2009 às 00:51
A morte de Alfredo Farinha significa o fim da melhor geração de jornalistas da imprensa desportiva em Portugal, para não dizer do jornalismo em geral. Nas palavras do beirão, um tipo de jornalismo que "não obedecia à voz do dono" nem tampouco era subserviente. Independentemente das suas simpatias políticas e do seu clube do coração, defendido até à medula quando era ridicularizado por invejosos, utilizava corajosamente a liberdade de expressão mesmo nos tempos de feroz ditadura. Escrita irrepreensível, foi professor e agraciado com o grau de comendador, também graças aos seus valores morais onde a frontalidade e a lealdade imperavam. Que lição para os dias de hoje onde o jornalista se confunde com o ardina, a notícia com a opinião, onde a a deontologia é arrumada para dentro de uma secretária e a promiscuidade de alguns jornalistas com agentes desportivos é demasiado comprometedora.


De Ricardo Cataluna a 30 de Março de 2009 às 01:00
Talvez se pudesse incluir, também, o Aurélio Márcio, ainda "vivinho da silva":)

Mas o Alfredo Farinha era mesmo muito bom. A sua grande referência na literatura era Alexandre Herculano e tinha, de facto, na maneira de escrever, muitas semelhanças com o autor português.

Tenho pena que só se lembrem dele como um defensor do SLB n' Os Donos da Bola. Reduzir a sua actividade a esse curto período de tempo é muito injusto.


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