Terça-feira, 5 de Julho de 2011
Triste

Fernando Nobre renunciou ao cargo de deputado. Não me parece nada mal convidar um independente, nem sequer apresentá-lo, antes das eleições, como candidato a Presidente da AR. O erro aqui foi de casting. Nobre não tinha perfil, pelas suas atitudes e pelo passado recente. Não deixa saudades.


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publicado por Ricardo Cataluna às 20:06
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2 comentários:
De Daniel João Santos a 5 de Julho de 2011 às 20:50
Absolutamente triste toda a novela protagonizada por Fernando Nobre. O curto caminho que percorreu desde a candidatura à Presidência, que eu acreditei, passando por uma tentativa falhada de saltar degraus e ser Presidente da Assembleia da Republica, terminado agora numa renuncia ao cargo de deputado, mostra que afinal sempre estivemos perante um fraude politica. Nobre presidente da AMI transformou-se no Nobre da ambição desmedida por protagonismo e poder. Ao contrário de muitos, reconheço que errei na avaliação que fiz da personagem, não fujo em frente e muito menos desculpo este insulto à democracia.


De celtiberix a 6 de Julho de 2011 às 23:13
A bem da nação (parece-me já ter ouvido isto…) Fernando Nobre deveria ser impedido de se demitir.
1. Fernando Nobre propôs-se a Presidente da República sem qualquer apoio partidário, apenas como cidadão nu e cru, à revelia de interesses instituídos, voz dos descontentes que querem ser ouvidos como cidadãos, como pessoas, e não como esta ou aquela facção com mais ou menos força.
2. Fernando Nobre mamou o isco e marimbou-se no anzol. Cagando-se (sim, a expressão correcta é ca-gan-do-se ) para aqueles que nele acreditaram, aceitou um convite para integrar uma lista dessa “aberração” que é um partido e foi eleito deputado.
3. Fernando Nobre cagou-se logo antes da partida na nobreza (rima?) do cargo de deputado e ameaçou que se não jogassem com a bola dele não havia futebol lá na rua. O homem queria mandar na assembleia, pá!
4. Cagando e andando, Fernando Nobre aceitou jogar com outra bola que não a sua e lá aceitou o cargo de deputado, mesmo sem a sua reitoria; poderia assim levar mais além os anseios de quem em si continuava (ainda) a acreditar.
5. Cagando e andando (pra não fazer montinho) Fernando Nobre renuncia ao mandato de deputado (cagando-se na vontade, na esperança, fé, confiança, anseios) daqueles que em si votaram, e noutros a quem a figura de presidente da A.M.I. ainda esboçava um sorriso de esperança.
Por todas as voltas e reviravoltas mencionadas, pela maneira como defraudou a confiança dos seus eleitores em dois processos eleitorais seguidos, por uma classe política que continua a não querer extirpar de si própria tumores que “cagam e andam”, Fernando Nobre tornou-se o fac-símile dessa mesma classe. Merece e deveria ser obrigado a estar lá!
Por favor: Fernando ao poder!


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