De Susete Evaristo a 22 de Julho de 2007 às 00:56
Republico o comentário já feito noutro blogue mas que manteno na integra:
Se já é triste chegar à conclusão de como é possivel levar o povo, em consequência dos desaires politicos dos senhores que estão no poder, e pelo incremento da ignorância, a perderem a memória nacional, pior ainda é ver um dos mais ilustres escritores da lingua de Camões vir fazer tais afirmações.
A primeira das causas é sem dúvida a pouca importância que se dá na escola à História de Portugal, a outra, é a ideia que tudo o que vem de fora é que é bom e assim sendo incrementa-se a importação e penaliza-se, com impostos sobre impostos e taxas sobre taxas, a produção nacional.
No segundo caso e relativamente ao que diz o cidadão Saramago, que é livre de pensar o que quizer, não sendo no entanto de todo insento de interesses, uma vez que além de viver em Espanha é casado com uma cidadã daquele país, está no seu direito ... e é verdade. O que não tem é o direito de querer forçar, com as suas declarações, servindo-se da qualidade de Nobel e de grande escritor, o pensamento do povo português, ou melhor daqueles cuja formação é sensivel a outros valores, que não só a economia.
Como sabe quem estuda estas coisas, Portugal existe desde 1139, enquanto que a espanha que hoje conhecemos, composta de um conjunto de nações autónomas (é bom não o esquecer), é fruto da unificação que se deu apenas em 1497 pelo tratado de unificação de Aragão e Castela resultante do casamento de Fernando e Isabel, os chamados reis católicos.
Depois há que pensar e horar aqueles que desde 1637 prenúncio do movimento restaurador, deram a sua vida para que continuassemos a ser uma NAÇÃO LIVRE E INDEPENDENTE.
Será que não basta a nossa integração na UE será que não basta termos a nossa vida condicionada pelas resoluções tomadas em Bruxelas?
Sou levada a pensar que Saramago está com algum ataque de Alzaimer, aliás o que se comprova pelo facto de ter casado em Portugal, há já alguns anos com a sua amada Pilar e se ter esquecido de registar tal facto em Espanha.
Quanto ao aumento do IVA que aqueles senhores defendem o melhor é proporem o ROUBO total dos salários da classe média, pois da alta estamos conversados e aos pobes já nada há para roubar.


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